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	<title>Clínica do Animal</title>
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	<title>Clínica do Animal</title>
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	<item>
		<title>Doença Periodontal</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/04/29/doenca-periodontal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 09:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<p><b>Existem vários tipos de doenças que podem afetar a cavidade oral dos nossos animais, sendo a doença periodontal a mais comum. </b></p>
<p style="text-align: center;"><b> ____________________</b></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Texto Anabela Torres, médica veterinária</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A falta de cuidados de higiene oral leva à acumulação excessiva de bactérias na superfície dos dentes dos nossos animais (tártaro), levando ao aparecimento de doença periodontal. Numa primeira fase, existe gengivite (inflamação da gengiva) e, posteriormente, periodontite (inflamação das estruturas periodontais). Em fases mais avançadas podem ocorrer fístulas oronasais e fraturas mandibulares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sinais clínicos desta doença incluem dor, dificuldade em comer, salivação excessiva, mau hálito, mobilidade e perda de dentes e sangramento. Se não for tratada, pode haver a formação de abcessos periodontais e infeção por via sanguínea, afetando o coração, fígado e rins.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento desta doença é a destartarização, que permite remover o tártaro dos dentes afetados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção passa por evitar a acumulação de placa bacteriana, através da escovagem diária dos dentes com uma pasta adequada, o que nem sempre é fácil, por isso existem outras opções como a utilização de rações específicas, barras comestíveis, nutraceuticos e elixires.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante manter a vigilância médica da cavidade oral dos nossos animais, pelo menos uma vez por ano, pois a doença periodontal pode facilmente passar despercebida e só ser detetada numa fase avançada.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Revista D+ Vida, Grupo Praxis </span></p>
	</div>
</div>




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		<item>
		<title>Hipotiroidismo em cães</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/04/29/hipotiroidismo-em-caes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 09:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<p><b>Tal como os humanos, os cães têm uma pequena glândula localizada no pescoço chamada tiroide. A tiroide produz a hormona T4 que tem um papel fundamental no metabolismo, controlo do peso, temperatura, aparelho digestivo, desenvolvimento e funcionamento do cérebro e coração. Quando esta hormona é produzida em quantidades insuficientes ocorre o hipotiroidismo.  </b></p>
<p style="text-align: center;"><b> _________________</b></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> Texto Anabela Torres, médica veterinária</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O hipotiroidismo é uma doença frequente nos nossos cães, podendo ocorrer em qualquer idade e raça, mas é mais comum em cães com idades entre os 4 e os 10 anos de idade. As raças mais predispostas são o Golden Retriever, o Labrador Retriever, o Boxer, o Dogue Alemão, o Setter Irlandês e o Schnauzer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sinais clínicos do hipotiroidismo são muito variáveis porque este pode afetar vários órgãos. Alguns dos sinais incluem letargia, intolerância ao exercício físico e ao frio, obesidade, alterações dermatológicas, como a queda de pelo, pelo sem brilho, ausência ou atraso no crescimento do pelo após a tosquia, pele seca e com pústulas. Podem também ocorrer infertilidade e atrofia testicular, aborto e baixa sobrevivência das ninhadas e alterações neurológicas (megaesófago, paralisia da laringe).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria dos cães com o hipotiroidismo convive com a doença durante muitos anos com uma boa qualidade de vida, pois esta doença crónica pode ser compensada com a suplementação oral da hormona sintética de T4, levotiroxina, que substitui a função da hormona natural. Recomenda-se visitas regulares ao médico veterinário, a cada 6 a 12 meses.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Revista D+Vida, Grupo Praxis</span></p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
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		<item>
		<title>Gatos &#038; Grávidas</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/04/29/gatos-gravidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 09:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.clinicadoanimal.pt/?p=1488</guid>

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		<p><b>A toxoplasmose é uma zoonose infeciosa bastante comum em todo o mundo, que adquire especial relevância quando é transmitida durante a gravidez, sendo por isso importante desmistificar a falsa incompatibilidade entre a mulher grávida e a posse de um gato, como animal de estimação.</b></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> </span><b>_____________</b></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Texto Anabela Torres, médica veterinária</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos humanos, a toxoplasmose é uma das infeções perinatais mais graves, principalmente quando é transmitida durante a gestação (a denominada toxoplasmose congénita), uma vez que poderá conduzir à morte fetal e aborto espontâneo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><i><span style="font-weight: 400;">Toxoplasma Gondii</span></i><span style="font-weight: 400;">, o seu agente causador, </span><span style="font-weight: 400;">possui dois tipos de hospedeiros: o definitivo e o intermediário. O gato é o hospedeiro definitivo. Os mamíferos, incluindo o homem, os herbívoros e as aves são os hospedeiros intermediários. O hospedeiro definitivo (gato), quando infetado, liberta o parasita no seu trato digestivo, que aí se multiplica e produz oócistos (ovos) que serão geralmente eliminados, após 14 dias, pelas fezes, processo esse que ocorre unicamente durante uma semana em toda a sua vida. Para que estes oócitos assumam uma forma ativa capaz de infetar gatos, humanos e outros hospedeiros intermediários, precisam de esporular no meio ambiente, processo que demora entre um a cinco dias.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Como se transmite</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A toxoplasmose humana é transmitida pela ingestão de ovos do parasita, que podem estar presentes em vegetais e legumes crus mal lavados, na carne crua ou mal cozinhada (vaca, cordeiro ou porco) e ainda em fezes de gatos infetados que contaminam o solo ou a água. Se está grávida ou planeia engravidar, essa será a altura ideal para fazer o seu rastreio, através de uma colheita de sangue que pesquisa anticorpos específicos (IgG e IgM), com o objetivo de confirmar se é ou não imune à toxoplasmose.</span></p>
<p><b>Como prevenir</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso não esteja imune, deve implementar algumas medidas de forma a prevenir situações que coloquem em risco a sua saúde assim como a do feto:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Congelar a carne, ao invés de apenas a refrigerar, de forma a destruir os oócitos; Cozinhar a carne a uma temperatura de pelo menos 60ºC,  de modo a matar os oócitos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lavar bem todos os alimentos crus, como vegetais, legumes e frutas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Limpar as superfícies e utensílios usados na confeção das refeições com detergente e água quente, antes e depois da sua utilização;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Evitar o consumo de produtos lácteos não pasteurizados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Beber apenas água potável.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E se vive com o gato?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se coabitar com um gato, para além das medidas anteriormente mencionadas, deve:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não permitir que o seu gato tenha acesso à rua;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Excluir a carne crua/mal cozinhada da dieta do seu gato;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Evitar limpar o caixote de areia, mas se tiver que o fazer, utilizar luvas de borracha e de seguida lavar bem as mãos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Limpar diariamente as fezes do caixote de areia, pois  os oócitos só adquirem capacidade infetante 1 a 5 dias após terem sido eliminados pelas fezes;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Higienizar com maior periodicidade o caixote de areia utilizando detergente e água quente, de modo a eliminar os oócitos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Colocar as fezes do seu gato em sacos, e não utilizar a via sanitária, sob o risco de contaminar as águas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Usar luvas de borracha nas tarefas de jardinagem ou em qualquer outro trabalho que envolva o contacto direto com o solo, devido à possibilidade de estarem presentes formas infetantes do parasita, que podem resistir por longos períodos de tempo no local onde os gatos defecam.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os riscos de uma mulher grávida contrair toxoplasmose através de um gato são extremamente baixos. Se adotar medidas de higiene, como as acima citadas, poderá usufruir da companhia do seu gato, sem qualquer risco adicional. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Revista Pais, 4 Patas</span></p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
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			</item>
		<item>
		<title>Golpe de Calor</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/04/28/sera-que-os-caes-tambem-se-constipam-copy/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 09:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<p><strong>Com a chegada do verão, os animais, tal como os humanos, quando sujeitos a exposição prolongada ao sol ou ao calor num local fechado e sobreaquecido podem sofrer de golpe de calor.</strong></p>
<p>Ao contrário dos humanos, que transpiram por todo o corpo, nos cães e nos gatos a transpiração ocorre somente pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua">língua</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nariz">nariz</a> e almofadas plantares, mostrando-se ineficiente no arrefecimento da temperatura corporal quando estes são sujeitos a um sobreaquecimento. O golpe de calor ocorre, então, porque os animais se mostram incapazes de arrefecer, levando a que alguns órgãos deixem de funcionar.</p>
<p>Os sinais mais frequentes de golpe de calor a que deve estar atento:</p>
<ul>
<li>Temperatura corporal elevada (acima dos 42 C);</li>
<li>Aumento da frequência cardíaca e respiratória, ficando mais ofegantes;</li>
<li>Salivação excessiva;</li>
<li>As mucosas podem ficar cianosadas (azuladas);</li>
<li>Tremores, fraqueza muscular e falta de equilíbrio;</li>
<li>Diarreia e vómitos nos casos mais graves pode ocorrer convulsões e perda de consciência.</li>
</ul>
<p>Caso o seu animal apresente alguns dos sinais referidos anteriormente deverá dirigir-se com urgência ao seu veterinário. Até lá chegar, deverá arrefecê-lo lentamente para que não ocorra uma diminuição brusca da temperatura corporal, que poderá causar hipotermia. Para isso deverá:</p>
<ul>
<li>Transportá-lo no carro com os vidros abertos e com o ar condicionado ligado no máximo;</li>
<li>Refrescá-lo com toalhas húmidas à temperatura ambiente;</li>
<li>Oferecer-lhe água fresca (se estiver consciente).</li>
</ul>
<p>O golpe de calor pode ser evitado se tiver em consideração que deve:</p>
<ul>
<li>Evitar a atividade física e os passeios nas horas mais quentes (entre as 11h00 e as 17h00);</li>
<li>Durante os passeios procurar a sombra ou locais frescos;</li>
<li>Durante as viagens manter as janelas abertas e o ar condicionado ligado. Fazer paragens de 2 em 2 horas para lhe oferecer água fresca;</li>
<li>Nunca deixar o animal sozinho dentro do carro, mesmo com os vidros ligeiramente abertos, porque a temperatura no interior do carro vai aumentar rapidamente.</li>
</ul>
<p>Poderá encontrar este artigo publicado também na Revista D+ Vida, Grupo Praxis</p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Será que os cães também se constipam?</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/03/22/sera-que-os-caes-tambem-se-constipam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2022 14:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.clinicadoanimal.pt/2022/03/22/queda-de-pelo-copy/</guid>

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		<p><strong>É verdade! Os cães também podem contrair doenças infeciosas agudas que atingem as suas vias respiratórias, como por exemplo, a tosse do canil. Esta doença ocorre com maior frequência nos meses frios, mas pode surgir ao longo de todo o ano. É muito contagiosa tal como a constipação dos humanos.</strong></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Texto: Anabela Torres, médica veterinária*</span></p>
<p>A tosse do canil é frequente em locais onde se concentram muitos cães (canis, parques, hotéis caninos, exposições, centros de treino), dai ter esta designação, mas o facto de o seu cão viver numa casa sem outros animais não exclui a possibilidade de contrair a doença durante os passeios e as brincadeiras com outros cães.</p>
<p>A transmissão dos agentes causadores desta infeção ocorre através de duas formas: diretamente, através de secreções respiratórias (tosse e espirros) ou indiretamente, através do contato com objetos contaminados.</p>
<p>O sinal mais frequente desta doença é o aparecimento súbito de tosse seca e intensa, que se pode desencadear ao ladrar, ao puxar a trela, e em momentos de excitação e de exercício. Ao tossir, alguns cães podem expelir o muco que acumulam nas vias respiratórias, o que confunde facilmente o tutor levando-o a pensar que é um episódio de vómito. Pode surgir também corrimento ocular, nasal e espirros. A maioria dos doentes recuperam em 7 a 14 dias se não houverem complicações. Em algumas situações mais graves podem desenvolver pneumonia.</p>
<p><strong>Para prevenir a transmissão a outros animais, mantenha o seu cão isolado enquanto ele apresentar sintomas. É também aconselhado evitar momentos de excitação e de exercício físico, e deverá passeá-lo com um peitoral em vez de coleira</strong>.</p>
<p>É recomendado ter cuidados redobrados para que o seu cão não fique exposto a baixas temperaturas e correntes de ar, e anualmente vacina-lo para a tosse do canil de forma a reduzir o risco de contrair a doença. Mas caso contraia, os sinais clínicos serão mais ligeiros.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">*Clinica do Animal</span></p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
	</div>
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			</div> 
		</div>
	</div> 
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			</item>
		<item>
		<title>Comportamento Animal</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/03/11/comportamento-animal/</link>
					<comments>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/03/11/comportamento-animal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 05:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento Animal]]></category>
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		<p><span style="font-size: 10pt;">Margarida Cardoso, enfermeira veterinária</span></p>
<p>Os cães são animais naturalmente sociais, mas nem todos são sociáveis. Independentemente da raça ou do ambiente de onde veio, o temperamento do cão é o resultado do seu nível de socialização durante a infância. Cães que não tiveram boas experiências (ou nenhuma) com pessoas e outros animais enquanto cachorros, o risco de vir a ter problemas comportamentais a longo prazo é bastante elevado.</p>
<p>Os cachorros têm uma janela de tempo muito pequena onde a socialização é crucial, por isso é importante que até às 16 semanas de idade sejam apresentados a uma grande variedade de situações. O contacto com pessoas e cães é apenas uma parte da socialização. Esta envolve outros estímulos como: visitas ao veterinário, objetos, sons, ensinar o cachorro a gostar de ser abraçado ou mexido por crianças, a gostar que toquem em sítios como pescoço, focinho, orelhas, patas, cauda, etc.</p>
<p>O período ideal para socializar o cachorro coincide com a altura em que o plano de vacinação ainda não esta concluído, por isso todos os contactos deverão ser feitos em ambientes seguros. Pode sair de casa em segurança: no colo, de carro, na transportadora mas não deve contactar com o chão na rua e com cães desconhecidos ou não vacinados. Para associar os estímulos a algo positivo, deve levar biscoitos ou a ração e oferecer quando alguma coisa diferente surge, como outros animais, motas, autocarros, pessoas de capacete, pessoas a segurar caixas, etc. A ideia de uma boa socialização é a de criar associações positivas com cada situação em que é colocado. Mostrar que a consequência de cada evento é muito boa. Isso significa que não devemos forçar situações de medo e desconforto. Há cachorros mais receosos que podem demorar mais tempo a habituar-se aos novos estímulos. Se o cachorro é inseguro e se insiste em coloca-lo em situações em que essa insegurança aparece, não respeitando o seu tempo, a tendência é que ele fique cada vez mais inseguro. Deve-se respeitar o tempo do cachorro, dando-lhe a possibilidade de fazer escolhas (por exemplo, de se aproximar ou afastar de algo/alguém).</p>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, uma boa socialização não tem a ver com o número de experiências que o cachorro tem, mas sim com a qualidade delas. Por exemplo, é melhor o contacto com dois cães de forma positiva e controlada do que com vinte cães e feito de forma descontrolada.</p>
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		<title>Cuidados a ter com as raças braquicefálicas</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/03/10/entrevista-manhas-da-tv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 23:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<title>Queda de Pêlo</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/02/16/queda-de-pelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anabela Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 17:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<p>A queda de pêlo nos animais de estimação pode ocorrer por razões naturais e patológicas. A queda natural ocorre normalmente por envelhecimento do próprio pêlo que cai para ser substituído por outro. A queda patológica (alopecia) é a queda anormal do pêlo, que pode ocorrer por várias causas, como doenças do próprio pêlo ou da pele, doenças nutricionais, alergias, doenças endócrinas, entre outros.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:post-content --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->A queda de pêlo é um processo natural</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A muda de pêlo ocorre durante todo o ano sendo mais intensa no final do verão e início da primavera. Esta muda ocorre por necessidade de adaptação da pelagem dos animais às alterações de temperatura, sem que isso seja considerado um problema.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
	</div>
</div>




			</div> 
		</div>
	</div> 
</div></div>
<!-- /wp:paragraph --><!-- /wp:paragraph -->Apesar de ser comum os animais serem tosquiados nas épocas da muda do pêlo, a tosquia não impede a queda, apenas reduz o comprimento do pêlo. Logo, a quantidade de pêlos dispersos pela casa é a mesma, mas mais curtos.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Se tosquiar o seu animal no verão, o pêlo deverá ficar no mínimo com 2 cm de comprimento de modo a proteger a pele da exposição solar exagerada, diminuindo o risco de queimaduras solares e cancro de pele.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os cães de raça com pelagem dupla (como o Husky e o Pastor Alemão) não devem ser tosquiados independentemente da altura do ano, uma vez que o sub-pêlo tem a função de os proteger contra o frio e o calor.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
<!-- /wp:post-content --><!-- /wp:paragraph -->A tosquia diminui a queda de pêlo?</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Apesar de ser comum os animais serem tosquiados nas épocas da muda do pêlo, a tosquia não impede a queda, apenas reduz o comprimento do pêlo. Logo, a quantidade de pêlos dispersos pela casa é a mesma, mas mais curtos.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Se tosquiar o seu animal no verão, o pêlo deverá ficar no mínimo com 2 cm de comprimento de modo a proteger a pele da exposição solar exagerada, diminuindo o risco de queimaduras solares e cancro de pele.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os cães de raça com pelagem dupla (como o Husky e o Pastor Alemão) não devem ser tosquiados independentemente da altura do ano, uma vez que o sub-pêlo tem a função de os proteger contra o frio e o calor.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
<!-- /wp:post-content --><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->A tosquia diminui a queda de pêlo?</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Apesar de ser comum os animais serem tosquiados nas épocas da muda do pêlo, a tosquia não impede a queda, apenas reduz o comprimento do pêlo. Logo, a quantidade de pêlos dispersos pela casa é a mesma, mas mais curtos.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Se tosquiar o seu animal no verão, o pêlo deverá ficar no mínimo com 2 cm de comprimento de modo a proteger a pele da exposição solar exagerada, diminuindo o risco de queimaduras solares e cancro de pele.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os cães de raça com pelagem dupla (como o Husky e o Pastor Alemão) não devem ser tosquiados independentemente da altura do ano, uma vez que o sub-pêlo tem a função de os proteger contra o frio e o calor.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
<!-- /wp:post-content --><!-- /wp:paragraph -->Para manter a pelagem do seu animal saudável, deve fornecer um alimento de boa qualidade (rico em ácidos gordos e vitamina E). Para além de acesso constante a água fresca, poderá também optar por uma alimentação mista (húmida e seca), assegurando assim uma hidratação adequada da pele. Pode também adicionar à dieta suplementos alimentares ricos em ácidos gordos, como por exemplo o óleo de salmão ou de coco.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->As escovagens regulares de 5 a 10 minutos e os banhos mensais (no caso dos cães) ajudam a remover o pó, a sujidade e o pêlo morto, diminuindo assim a sua queda. Deve utilizar champôs de qualidade e adequados ao tipo de pêlo. Os gatos não precisam de tomar banho porque fazem limpeza frequente da sua pelagem com a língua, no entanto, a ingestão excessiva de pêlo poderá levar à formação de bolas de pêlo que podem provocar obstruções do trato gastrointestinal. Para evitar este problema é aconselhável intensificar as escovagens e fornecer pasta de malte.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os parasitas externos, como pulgas e carraças, causam prurido e fazem com que os animais se cocem, o que leva a que o pêlo fique danificado e acabe por cair em maior quantidade. Aconselha-se por isso a desparasitação externa regular.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->A tosquia diminui a queda de pêlo?</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Apesar de ser comum os animais serem tosquiados nas épocas da muda do pêlo, a tosquia não impede a queda, apenas reduz o comprimento do pêlo. Logo, a quantidade de pêlos dispersos pela casa é a mesma, mas mais curtos.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Se tosquiar o seu animal no verão, o pêlo deverá ficar no mínimo com 2 cm de comprimento de modo a proteger a pele da exposição solar exagerada, diminuindo o risco de queimaduras solares e cancro de pele.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os cães de raça com pelagem dupla (como o Husky e o Pastor Alemão) não devem ser tosquiados independentemente da altura do ano, uma vez que o sub-pêlo tem a função de os proteger contra o frio e o calor.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
<!-- /wp:post-content --><!-- /wp:paragraph -->Dicas para diminuir a queda de pêlo</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Para manter a pelagem do seu animal saudável, deve fornecer um alimento de boa qualidade (rico em ácidos gordos e vitamina E). Para além de acesso constante a água fresca, poderá também optar por uma alimentação mista (húmida e seca), assegurando assim uma hidratação adequada da pele. Pode também adicionar à dieta suplementos alimentares ricos em ácidos gordos, como por exemplo o óleo de salmão ou de coco.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->As escovagens regulares de 5 a 10 minutos e os banhos mensais (no caso dos cães) ajudam a remover o pó, a sujidade e o pêlo morto, diminuindo assim a sua queda. Deve utilizar champôs de qualidade e adequados ao tipo de pêlo. Os gatos não precisam de tomar banho porque fazem limpeza frequente da sua pelagem com a língua, no entanto, a ingestão excessiva de pêlo poderá levar à formação de bolas de pêlo que podem provocar obstruções do trato gastrointestinal. Para evitar este problema é aconselhável intensificar as escovagens e fornecer pasta de malte.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os parasitas externos, como pulgas e carraças, causam prurido e fazem com que os animais se cocem, o que leva a que o pêlo fique danificado e acabe por cair em maior quantidade. Aconselha-se por isso a desparasitação externa regular.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->A tosquia diminui a queda de pêlo?</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Apesar de ser comum os animais serem tosquiados nas épocas da muda do pêlo, a tosquia não impede a queda, apenas reduz o comprimento do pêlo. Logo, a quantidade de pêlos dispersos pela casa é a mesma, mas mais curtos.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Se tosquiar o seu animal no verão, o pêlo deverá ficar no mínimo com 2 cm de comprimento de modo a proteger a pele da exposição solar exagerada, diminuindo o risco de queimaduras solares e cancro de pele.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os cães de raça com pelagem dupla (como o Husky e o Pastor Alemão) não devem ser tosquiados independentemente da altura do ano, uma vez que o sub-pêlo tem a função de os proteger contra o frio e o calor.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
<!-- /wp:post-content --><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Dicas para diminuir a queda de pêlo</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Para manter a pelagem do seu animal saudável, deve fornecer um alimento de boa qualidade (rico em ácidos gordos e vitamina E). Para além de acesso constante a água fresca, poderá também optar por uma alimentação mista (húmida e seca), assegurando assim uma hidratação adequada da pele. Pode também adicionar à dieta suplementos alimentares ricos em ácidos gordos, como por exemplo o óleo de salmão ou de coco.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->As escovagens regulares de 5 a 10 minutos e os banhos mensais (no caso dos cães) ajudam a remover o pó, a sujidade e o pêlo morto, diminuindo assim a sua queda. Deve utilizar champôs de qualidade e adequados ao tipo de pêlo. Os gatos não precisam de tomar banho porque fazem limpeza frequente da sua pelagem com a língua, no entanto, a ingestão excessiva de pêlo poderá levar à formação de bolas de pêlo que podem provocar obstruções do trato gastrointestinal. Para evitar este problema é aconselhável intensificar as escovagens e fornecer pasta de malte.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os parasitas externos, como pulgas e carraças, causam prurido e fazem com que os animais se cocem, o que leva a que o pêlo fique danificado e acabe por cair em maior quantidade. Aconselha-se por isso a desparasitação externa regular.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->A tosquia diminui a queda de pêlo?</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Apesar de ser comum os animais serem tosquiados nas épocas da muda do pêlo, a tosquia não impede a queda, apenas reduz o comprimento do pêlo. Logo, a quantidade de pêlos dispersos pela casa é a mesma, mas mais curtos.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Se tosquiar o seu animal no verão, o pêlo deverá ficar no mínimo com 2 cm de comprimento de modo a proteger a pele da exposição solar exagerada, diminuindo o risco de queimaduras solares e cancro de pele.</p>
<p><!-- wp:paragraph -->Os cães de raça com pelagem dupla (como o Husky e o Pastor Alemão) não devem ser tosquiados independentemente da altura do ano, uma vez que o sub-pêlo tem a função de os proteger contra o frio e o calor.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Queda patológica (alopecia)</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->A queda patológica de pêlo encontra-se geralmente associada a uma causa anormal como por exemplo stress, doenças de origem nutricional, alérgica, parasitária (ácaros e pulgas) e nas infeções cutâneas bacterianas ou fúngicas. Caso verifique uma queda anormal de pêlo, deverá contactar o seu médico veterinário.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
<h4><!-- wp:paragraph -->Curiosidade</h4>
<p><!-- wp:paragraph -->Sabia que existem raças que não perdem pêlo tais como, Bichon Maltês, Caniche, Yorshire Terrier e Cão d’Água Português?</p>
<p><em>Revista D+ Vida</em>, do Grupo Praxis</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><!-- /wp:paragraph --></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia da criança, Junho 2016, Bobadela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 13:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anabela Torres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.clinicadoanimal.pt/2022/02/16/nome-do-projecto-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy/">Dia da criança, Junho 2016, Bobadela</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.clinicadoanimal.pt">Clínica do Animal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Formação sobre a abordagem de emergência em cães de busca e salvamento, Julho de 2016,</title>
		<link>https://www.clinicadoanimal.pt/2022/02/16/nome-do-projecto-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 13:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anabela Torres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.clinicadoanimal.pt/2022/02/16/nome-do-projecto-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy/">Formação sobre a abordagem de emergência em cães de busca e salvamento, Julho de 2016,</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.clinicadoanimal.pt">Clínica do Animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.clinicadoanimal.pt/2022/02/16/nome-do-projecto-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy-copy/">Formação sobre a abordagem de emergência em cães de busca e salvamento, Julho de 2016,</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.clinicadoanimal.pt">Clínica do Animal</a>.</p>
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